Projeto do Tonho RJ
Rio de Janeiro/RJ
Campanha ID: 43.16.7.155

O Projeto do Tonho é conduzido por um protetor independente que, junto com sua esposa, acompanha aproximadamente 125 animais, entre cães e gatos, em três frentes no Rio de Janeiro: uma colônia felina, os animais acolhidos na residência da família e os cães mantidos em um sítio.
Atualmente, o casal acompanha uma colônia de aproximadamente 60 gatos que vivem soltos, além de 26 gatos e 19 cães na residência e outros 20 cães no sítio. A alimentação levada ao sítio também beneficia cerca de sete cães comunitários.
Grande parte dos cuidados e das despesas é assumida pela própria família, que enfrenta dificuldades para atender às necessidades de alimentação, controle reprodutivo e cuidados veterinários dos animais.
Na colônia, o principal desafio é a reprodução descontrolada, agravada pelas dificuldades de captura e manejo. Os gatos se abrigam entre materiais de reciclagem, escombros, móveis e outros objetos, o que dificulta a identificação dos animais e o acompanhamento de sua saúde.
Segundo o protetor, duas gatas já tiveram filhotes, cujas ninhadas ainda não foram localizadas, e cinco gatas foram identificadas como prenhas. O diagnóstico anterior indicava que aproximadamente 57 gatos ainda precisavam passar pelo processo de avaliação e controle reprodutivo. Esse número deverá ser atualizado conforme novos animais forem identificados.
Tonho também relatou a presença de cinco gatos com esporotricose, que precisam de avaliação veterinária e de condições adequadas de isolamento e tratamento.
Ao analisar a realidade do projeto, a FADA identificou que as limitações financeiras e a ausência de uma estrutura apropriada dificultavam o avanço das castrações. O protetor conseguia realizar, em média, apenas duas castrações por mês e não dispunha de espaço suficiente para a recuperação dos gatos da colônia após os procedimentos.
Diante desse diagnóstico, a FADA e o Projeto do Tonho estruturaram uma intervenção por etapas, começando pela implantação de um gatil simples e provisório, destinado à separação, à contenção e ao manejo dos animais.
Após mais de quatro meses de reuniões e tratativas para obter a autorização de construção, foi iniciada a implantação da estrutura. Os dois primeiros ambientes estão em construção, mas ainda será necessário pelo menos um terceiro espaço, destinado à observação e aos cuidados pós-operatórios.
A proposta é criar condições para que os animais possam passar, de maneira organizada, pelas etapas de captura, identificação, avaliação veterinária, tratamento, castração e recuperação.
A intervenção também poderá contemplar a preparação para adoção dos animais que apresentarem condições para a convivência doméstica. Essa etapa poderá envolver cuidados veterinários, organização das informações, orientação para os cadastros e divulgação nos canais de adoção, conforme os recursos disponíveis.
Além das necessidades relacionadas à colônia, o projeto precisa fortalecer sua sustentabilidade, organizar sua comunicação, ampliar suas parcerias e desenvolver estratégias de geração de renda para contribuir com a continuidade dos cuidados.
A FADA atua no diagnóstico, na identificação e na priorização das demandas, no planejamento das intervenções, na articulação entre o protetor, os fornecedores e os impulsionadores e no acompanhamento das etapas e dos resultados.
Também organiza a aplicação dos recursos que passam por sua operação e as respectivas comprovações, promovendo transparência e permitindo que diferentes contribuições sejam destinadas a necessidades específicas do projeto.
O Projeto do Tonho permanece responsável pela execução local, pela manutenção da estrutura e pelos cuidados cotidianos com os animais. A participação da FADA está vinculada às intervenções e aos compromissos acordados, considerando os recursos efetivamente disponíveis.
Atualmente, o casal acompanha uma colônia de aproximadamente 60 gatos que vivem soltos, além de 26 gatos e 19 cães na residência e outros 20 cães no sítio. A alimentação levada ao sítio também beneficia cerca de sete cães comunitários.
Grande parte dos cuidados e das despesas é assumida pela própria família, que enfrenta dificuldades para atender às necessidades de alimentação, controle reprodutivo e cuidados veterinários dos animais.
Na colônia, o principal desafio é a reprodução descontrolada, agravada pelas dificuldades de captura e manejo. Os gatos se abrigam entre materiais de reciclagem, escombros, móveis e outros objetos, o que dificulta a identificação dos animais e o acompanhamento de sua saúde.
Segundo o protetor, duas gatas já tiveram filhotes, cujas ninhadas ainda não foram localizadas, e cinco gatas foram identificadas como prenhas. O diagnóstico anterior indicava que aproximadamente 57 gatos ainda precisavam passar pelo processo de avaliação e controle reprodutivo. Esse número deverá ser atualizado conforme novos animais forem identificados.
Tonho também relatou a presença de cinco gatos com esporotricose, que precisam de avaliação veterinária e de condições adequadas de isolamento e tratamento.
Ao analisar a realidade do projeto, a FADA identificou que as limitações financeiras e a ausência de uma estrutura apropriada dificultavam o avanço das castrações. O protetor conseguia realizar, em média, apenas duas castrações por mês e não dispunha de espaço suficiente para a recuperação dos gatos da colônia após os procedimentos.
Diante desse diagnóstico, a FADA e o Projeto do Tonho estruturaram uma intervenção por etapas, começando pela implantação de um gatil simples e provisório, destinado à separação, à contenção e ao manejo dos animais.
Após mais de quatro meses de reuniões e tratativas para obter a autorização de construção, foi iniciada a implantação da estrutura. Os dois primeiros ambientes estão em construção, mas ainda será necessário pelo menos um terceiro espaço, destinado à observação e aos cuidados pós-operatórios.
A proposta é criar condições para que os animais possam passar, de maneira organizada, pelas etapas de captura, identificação, avaliação veterinária, tratamento, castração e recuperação.
A intervenção também poderá contemplar a preparação para adoção dos animais que apresentarem condições para a convivência doméstica. Essa etapa poderá envolver cuidados veterinários, organização das informações, orientação para os cadastros e divulgação nos canais de adoção, conforme os recursos disponíveis.
Além das necessidades relacionadas à colônia, o projeto precisa fortalecer sua sustentabilidade, organizar sua comunicação, ampliar suas parcerias e desenvolver estratégias de geração de renda para contribuir com a continuidade dos cuidados.
A FADA atua no diagnóstico, na identificação e na priorização das demandas, no planejamento das intervenções, na articulação entre o protetor, os fornecedores e os impulsionadores e no acompanhamento das etapas e dos resultados.
Também organiza a aplicação dos recursos que passam por sua operação e as respectivas comprovações, promovendo transparência e permitindo que diferentes contribuições sejam destinadas a necessidades específicas do projeto.
O Projeto do Tonho permanece responsável pela execução local, pela manutenção da estrutura e pelos cuidados cotidianos com os animais. A participação da FADA está vinculada às intervenções e aos compromissos acordados, considerando os recursos efetivamente disponíveis.
Recebido até agora
R$ 2.479,96
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Beneficiário: Instituto FADA Fomento e Apoio à Causa Animal
